Atualizado em 19.07.2014

Atualizado em 19.07.2014

domingo, 20 de março de 2011

25 - HORMÔNIOS - O SISTEMA GLANDULAR - VITAMINA D - EXERCÍCIOS - TIMO - PINEAL - HIPÓFISE etc. - explicação

SUB tópicos desta página.
Explicação e Exercícios
- Qual a diferença entre o sistema nervoso e o sistema glandular?
- Tipos de glândulas
- A GLÂNDULA HIPÓFISE OU PITUITÁRIA 

- EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS PARA A GLÂNDULA HIPÓFISE OU PITUITÁRIA
- Sobre A GLÂNDULA TIREÓIDE [CASA DO CRESCIMENTO]  seus hormônios T3 e T4 e EXERCÍCIO
- A GLÂNDULA TIMO =MENTE X SISTEMA IMUNOLÓGICO
ESTRESSE E DIMINUIÇÃO DA VIGILÂNCIA IMUNOLÓGICA DO ORGANISMO - EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS PARA O TIMO
 - A GLÂNDULA PINEAL - A MELATONINA E O RITMO CIRCADIANO
A MELATONINA E A REGULAÇÃO DO SONO - SEUS EFEITOS NO EQUILÍBRIO DO ORGANISMO - A MELATONINA E O MAL DE ALZHEIMER
A MELATONINA E A MEMÓRIA
EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS PARA A GLÂNDULA PINEAL
 - MAIS EXERCÍCIOS
- MASSAGEM - REFLEXOLOGIA
- A “vitamina D” (ou “colecalciferol”) VITAMINA D E EXPOSIÇÃO AO SOL 
- FILTRO SOLAR

BOA LEITURA! interessante conhecer como funcionam as glândulas e como são importantes para evitar doenças. MAIS UMA VEZ A SIMPLICIDADE.  O uso da Eletroterapia GFU colaborando com todo esse funcionamento e a reposição de nutrientes....

Qual a diferença entre o sistema nervoso e o sistema glandular?
O sistema nervoso coordena e integra as funções de forma rápida e direta

o sistema hormonal, também conhecido como sistema endócrino, o faz de forma lenta e indireta.

Ele produz substâncias que são verdadeiros mensageiros químicos levados, através da circulação, a todas as partes do corpo. Tais substâncias são os hormônios e vão agir sobre órgãos específicos denominados órgãos-alvo. Os hormônios são produzidos por determinados tipos de glândulas.
Juntamente com o sistema nervoso, as glândulas completam a função de coordenação de nosso organismo.

TIPOS DE GLÂNDULAS 
Glândulas Exócrinas ou de Secreção Externa:
Glândulas Endócrinas ou de Secreção Interna:
Glândulas Mistas:
São aquelas que lançam o produto para fora do corpo ou numa cavidade interna do corpo, assim como as glândulas:
* Sudoríparas (que eliminam o suor);
* Lacrimais (que eliminam as lágrimas);
* Salivares (que lançam a saliva na boca);
* Fígado (que lança bile no intestino).
São aquelas que lançam seus produtos diretamente no sangue. As substâncias produzidas pelas glândulas endócrinas são chamadas hormônios.
São glândulas exócrinas e endócrinas ao mesmo tempo.


PRINCIPAIS GLÂNDULAS ENDÓCRINAS:
1.         Hipófise ou Pituitária
2.         Tireóide
3.         Paratireóide
4.        Supra-Renais:
5.     Timo
6.      Gônadas:      São as glândulas sexuais, as masculinas são chamadas testículos e as femininas, ovários.


GLÂNDULA MISTA:
Pâncreas:
Funcionando da seguinte forma:
1. Glândula Endócrina: produzindo os hormônios chamados insulina e glucagon, tendo como função o controle da entrada de açúcar do sangue nas células.
2. Glândula Exócrina: lança o suco pancreático no intestino, auxiliando o processo digestivo.

O sistema glandular funcionando corretamente proporciona a Saúde. 


Dada as suas interligações funcionais, pois a sensação de uma glândula pode desencadear respostas de outras para que o equilíbrio vital se materialize. Trabalham interligadas. Uma em função da outra. Veja como é importante que todas estejam trabalhando de forma correta. Fica aqui mais uma das importâncias do uso do GFU.

Na hipótese de ocorrer que uma determinada glândula não possua os suprimentos necessários para desenvolver sua função, ou que ela apresente disfunções não haverá o que produzir, então, gera-se um desequilíbrio funcional no metabolismo que afetará o funcionamento de outras glândulas.

Por não estarem funcionando corretamente  sob o ponto de vista metabólico, o corpo não recebendo os hormônios de forma adequada, poderá chegar a estados patológicos graves a curto e médio prazo.

Algumas patologias decorrentes do mau funcionamento ou não funcionamento glandular:

1 – Da medula óssea, leva problemas com as características do sangue (leucemia, talassemia, anemia falsiforme), além de outros descontroles;

2 – Das glândulas responsáveis pelo aparelho digestivo: leva à má digestão, descontrole gástrico, úlceras gastrointestinais, hemorroidas, aftas, azia, flatulência, etc.;

3 – Das glândulas responsáveis pelo comando do mecanismo do cérebro: leva a progressiva perda da memória, raciocínio lento, respostas inadequadas, epilepsia, tumores cerebrais, perda de equilíbrio, etc.;

4 – Das glândulas responsáveis pelo accionamento do sistema nervoso; leva às doenças nervosas, esquizofrenia, claustrofobia, ansiedade, pesadelos, surdez, perda da fala, dificuldade na locomoção, ativismo, problemas sexuais, etc.;

5 – Das glândulas responsáveis pelo accionamento do sistema muscular: leva a redução de força muscular, cãibras, mal de Parkinson, dores generalizadas, etc.;

6 – Das glândulas responsáveis pelo sistema de limpeza e saneamento: leva a artrose, bico-de-papagaio, bursite, cálculos biliares e renais, e depósitos sólidos nos tecidos, especialmente nos musculares, no sangue e no interior das células, etc.;

7 – Das glândulas responsáveis pelo sistema de captação de sensações pelos órgãos dos sentidos: leva à insensibilidade ao calor, frio e dor, surdez, perda da fala, perda da audição, problemas com a vista, etc.;

8 – Das glândulas responsáveis pelo sistema de defesa do organismo: leva à perda da imunidade, a infecções, permite a instalação de parasitas no sangue e tecidos, alergias, eczemas, asma, bronquite, etc.;

9 – Das glândulas responsáveis pelo sistema de reposição tecidular: leva à osteoporose, reumatismo deformante, artritismo (dissolução das cartilagens), problemas com a coluna cervical, ductos sanguíneos, frágeis defeitos na consistência das células da pele e psoríase, etc.


Também ao mau funcionamento das glândulas podem atribuir a ocorrência de inúmeros estados patológicos, muitos dos quais não bem caracterizados como doenças.


NO BLOG SAUDÁVEL E FELIZ TEMOS ESSES TÓPICOS COMPLEMENTARES.
CONHECENDO NOSSO CORPO - SISTEMA IMUNOLÓGICO - SISTEMA ENDÓCRINO -HORMÔNIOS - DNA - o CONHECIMENTO DOS sistemas DO NOSSO CORPO E FUNCIONAMENTO FUNDAMENTAM VÁRIAS COLOCAÇÕES SOBRE A IMPORTÂNCIA DO GERADOR DE FREQUÊNCIAS - GFU

ABAIXO UMA SÉRIE GRANDE DE EXERCÍCIOS E ABAIXO DOS EXERCÍCIOS SOBRE A VITAMINA D - MUITO IMPORTANTE TER ESSE CONHECIMENTO







 A GLÂNDULA HIPÓFISE OU PITUITÁRIA [OU CASA DA INTELIGÊNCIA]

A hipófise, também chamada de glândula “mestra” do organismo, é um órgão pequeno, tendo no homem o volume de uma pequena noz, pesando por volta de 0,6g.
Situa-se no interior da caixa craniana, numa depressão óssea chamada sela túrcica.
Ela coordena o funcionamento das demais glândulas, porém não é independente,obedece a estímulos do hipotálamo. 

A hipófise é formada de três partes:- A hipófise anterior ou adeno-hipófise,    hipófise intermediaria e hipófise posterior.

A atividade das células hipofisárias e a emissão de seus hormônios no sangue estão sob o controle de centros nervosos situados na base do cérebro, na região denominada hipotálamo.

As relações entre as duas estruturas se faz por intermédio de substâncias químicas: os fatores de liberação, ou “releasing factors”, secretados por alongamentos de células especializadas do hipotálamo.
Como glândula mestra tem ação sobre todas as outras glândulas do organismo, fazendo o controle sobre suas atividades

Dos sete hormônios produzidos pela adeno-hipófise, quatro exercem sua ação por
intermédio de uma outra glândula endócrina.

 A ADENO-HIPÓFISE OU HIPÓFISE ANTERIOR - A adeno-hipófise produz hormônios essenciais ao crescimento, ao metabolismo geral e à reprodução, garantindo a sobrevivência da espécie. Ela produz pelo menos seis hormônios. Três deles, as gonadotrofinas, são sexuais.

 OS HORMÔNIOS SEXUAIS - AS GONADOTROFINAS- Estas substâncias estimulam as gônadas [testículos e ovários] a produzirem células reprodutoras.

 O HORMÔNIO TIREOTRÓFICO - O hormônio tireotrófico [TSH] estimula a glândula tireóide e participa no metabolismo orgânico, no aproveitamento da água, do iodo, do cálcio, do fósforo, dos açúcares, das gorduras, das proteínas e das vitaminas. veja como tudo está interligado e a importância de estarem funcionando corretamente.

O HORMÔNIO ADRENOCORTICOTRÓFICO - O hormônio adrenocorticotrófico [ACTH] é o ativador da parte externa da glândula supra-renal, vital no controle da água, sais e outros elementos.

 O HORMÔNIO SOMATOTRÓFICO - O sexto hormônio, o somatotrófico, ou hormônio do crescimento, estimula o crescimento de todos os tecidos do corpo e também tem grande importância no aparecimento do diabetes. Muito interessante essa colocação do diabetes com a hipófise e o hipotálamo.

 A HIPÓFISE INTERMEDIÁRIA E O HORMÔNIO MELANOTRÓFICO
A parte intermediária da hipófise secreta o hormônio melanotrófico ou melatrofina que
em peixes e anfíbios induz à dispersão dos grânulos de melanina dos melanócitos,
levando ao escurecimento da pele. Esse processo é de fundamental importância para a
proteção desses animais diante da ação dos predadores.

A HIPÓFISE POSTERIOR E A VASOPRESSINA, O HORMÔNIO ANTIDIURÉTICO E A
OXITOCINA - A hipófise posterior ou neuro-hipófise, localiza-se no lobo posterior, sendo constituída por fibras nervosas desprovidas de mielina (desmielinizadas) e por células da neurologia. Os hormônios neuro-hipofisários são: a vasopressina ou hormônio antidiurético (ADH), ambos produzidos no hipotálamo e armazenados no lobo posterior da hipófise, que controla o equilíbrio hídrico do organismo.

A oxitocina age na musculatura lisa da parede do útero, facilitando a expulsão do feto
e da placenta.
Uma característica peculiar da neuro-hipófise é a sua circulação, curiosamente feita quase que totalmente de sangue venoso, isto é, carregado de gás carbônico e com
baixas taxas de oxigênio.

As secreções da “glândula mestra” obedecem a um conjunto de estímulos de ordem
hormonal e nervosa. Assim, pode-se concluir que exista uma relação direta entre
estado psíquico e hormônios. O gostoso do pesquisar é a gente ir juntando as pecinhas. Usuários do GFU relatam que uma das primeiras coisas que percebem logo na primeira aplicação  é um sono mais tranquilo e após a terceira uma incrível diminuição da ansiedade.

CENTROS DE REGULAÇÃO DO COMPORTAMENTO E DA EMOÇÃO
Durante muito tempo acreditou-se que a regulação do comportamento e em especial o
comportamento emocional estaria na dependência de todo o cérebro. 

Coube principalmente a Hess, demonstrar a existência de centros de regulação do comportamento. 

Sabe-se que as áreas relacionadas com o comportamento emocional ocupam territórios bastante grandes.
Por exemplo, no tronco encefálico estão localizados vários núcleos de nervos cranianos, viscerais e somáticos. Ativando-se essas estruturas ocorrem estados emocionais, resultando diversas manifestações como: o choro, alterações fisionômicas, sudorese, salivação, aumento do ritmo cardíaco. Muito interessante !

Além de sua participação nos fenômenos emocionais, estas áreas relacionam-se também com comportamentos ligados às necessidades básicas do organismo tais como a sede, a fome e o sexo, importantes para a preservação do indivíduo e da espécie.

O fato de que as áreas encefálicas que regulam o comportamento emocional também regulam o sistema nervoso autônomo torna-se mais significativo se considerarmos que as emoções se expressam através de manifestações viscerais [choro, aumento de salivação, eriçar de pelos em um gato com raiva] e são acompanhadas de alterações da pressão arterial, do ritmo cardíaco e respiratório.

Torna-se claro também que muitos distúrbios emocionais graves resultam de afecções
viscerais, sendo um exemplo clássico o caso das úlceras gástricas e duodenais. Olha a importância do GFU novamente. Úlceras e gastrites causando problemas emocionais graves. O círculo vicioso.

OBSERVAÇÕES
A hipófise é muitas vezes marcada nas tradições como o “Terceiro Olho”.
Inúmeras obras de arte sacra e crenças místicas indígenas representam essa marca
entre as sobrancelhas, na testa, assim como todas as religiões reconhecem sua
importância espiritual. A medicina das tradições. Estudos MUITO antigos e tradicionais.
Esta nobre glândula governa também a memória, a sabedoria, a inteligência e o
pensamento. Ela ainda regula a produção de hormônios de outras glândulas, como a
tireóide.

EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS PARA A GLÂNDULA HIPÓFISE OU PITUITÁRIA
De preferência, faça esta série de exercícios sentado e com os olhos fechados.

EXERCÍCIO 1 [Ressoar o Tambor Celeste]


















♦ Una os dedos médio e indicador [ver fig.], colocando o dedo médio em cima do indicador.

♦ Com os dedos unidos, coloque as palmas das mãos em forma de concha no ouvido [ver fig.].
♦ A seguir,desloque o dedo médio pressionando-o sobre o dedo indicador até que se separem. Através do impulso,o dedo médio “baterá” na depressão, na base do crânio.


Isto provoca uma ressonância, uma vibração, que vai atingir a hipófise.  
Coloque sua atenção na sensação produzida e também no som que ressoa na caixa craniana.
O som produzido é o “OM” primordial [AUM]. Essa vibração monossilábica é o som
primordial inaudível, o som criador, a imagem do Verbo a partir do qual se desenvolve a
manifestação.

EXERCÍCIO 2 [Tamborilar com os dedos a região entre as sobrancelhas e fazer movimentos circulares]


♦ Coloque os dedos médio e indicador das duas mãos na região entre as sobrancelhas e os olhos. 
Com a polpa dos dedos dê suaves “batidinhas”, como se tamborilasse a região.
♦ Em seguida, faça uma massagem com movimentos circulares entre as sobrancelhas e
na nuca [com os dedos médio e indicador].
 Coloque os dedos na região entre as sobrancelhas e com a outra mão toque o ponto abaixo do crânio, na nuca, onde há uma depressão ou reentrância [ver fig.].


♦ Comece a massagear simultaneamente os dois pontos, no sentido que lhe aprouver.
Faça como achar mais confortável. Quando sentir que deve parar, passe para o outro
exercício.



EXERCÍCIO 3 [Aquecer a região das têmporas]


♦ Friccione as mãos e coloque-as sobre as têmporas.
♦ Massageie as têmporas fazendo pequenos círculos.





EXERCÍCIO 4 [Tamborilar a região acima das orelhas]


♦ Coloque os dedos das duas mãos na região acima das
orelhas. Com a polpa dos dedos dê suaves
“batidinhas”, como se tamborilasse a região.






EXERCÍCIO 5 [Movimento em cruz sobre o osso do nariz e acima das sobrancelhas]


♦ Coloque os dedos médio e indicador de ambas as mãos sobre o início do nariz,na altura dos olhos, e suba até o meio da testa, desenhando uma reta.
♦ A seguir, mova-os (sem tirá-los do rosto) e percorra horizontalmente a região das sobrancelhas, vá até o final delas.
♦ Volte os dedos para o nariz e suba até a testa novamente e depois para as sobrancelhas.
Repita este movimento em forma de cruz algumas vezes.

EXERCÍCIO 6 [Aquecer a região entre as sobrancelhas e a base do crânio]





♦ Aqueça as mãos friccionando a parte mais
próxima dos punhos. Coloque uma mão
sobre a região do “terceiro olho” e a outra na
base do crânio.
♦ Repita, aquecendo novamente as mãos e
fazendo o mesmo gesto.
♦ Faça 3 vezes.



EXERCÍCIO 7 [Aquecer o pavilhão dos ouvidos]


♦ Friccione as palmas das mãos até aquecê-las bem, a seguir coloque-as sobre as orelhas.
Sinta o calor invadindo a parte interna dos
ouvidos e adjacências.



                                                                           EXERCÍCIO 8 [Aquecer as cavidades oculares]


♦ Aqueça as mãos novamente e coloque-as sobre os olhos. Você pode permanecer de olhos abertos.
♦ Faça 8 vezes. Este exercício beneficia a visão e relaxa os músculos oculares.
A repetição diária permitirá que as situações da vida se tornem mais claras, que as
soluções cheguem de maneira mais rápida e com inteligência lúcida. Restabelecerá a
paz interior e a qualidade do sono se tornará melhor.

Este exercício tem um efeito imediato, pois os olhos fazem parte do cérebro. Ao fazer contato com as células cerebrais, os nervos ópticos serão privilegiados com um profundo relaxamento. Lembramos que estes órgãos maravilhosos são muito exigidos e forçados a trabalhar sem descanso. Faça este gesto várias vezes ao dia sempre que sentir a vista cansada ou a cabeça atordoada pelas exigências da vida.



A GLÂNDULA TIREÓIDE [CASA DO CRESCIMENTO]
Está situada no pescoço, sendo constituída por dois lóbulos ligados um ao outro.

Mede aproximadamente 3 cm e produz um hormônio rico em iodo, a tiroxina, que estimula o consumo de oxigênio nos tecidos, controla também o crescimento do corpo e regula todas as atividades celulares.

Se a tireóide apresentar falhas de funcionamento pode ocorrer hipertireoidismo (trabalho excessivo da tireóide, devido a falta de iodo nos alimentos, um dos sintomas é o bócio ou papo) ou hipotireoidismo (produção escassa de tiroxina, devida ao fraco trabalho da tireóide, na infância essa doença causa, além de outros problemas, o retardamento mental).

Exercíco 1
Esses exercícios são fantásticos. Acompanhei uma pessoa que deu hipotiroidismo e ela resolveu fazer o uso da eletroterapia GFU e esses exercícios. Dois meses depois fez novo exame  e deu NORMAL.

Exercício 2

A glândula tireóide localiza-se na base do pescoço, frente à traquéia, e abaixo do pomo de
Adão. Tem forma de borboleta. Cada asa corresponde ao lobo da tireóide presente em
ambos os lados da traquéia.
 

 OS HORMÔNIOS TIREOIDIANOS – T3 E T4  - A função desta glândula é produzir, armazenar e liberar hormônios tireoidianos na corrente sangüínea. Estes hormônios, também conhecidos com T3 e T4, agem em quase todas as células do corpo.

A produção da quantidade de hormônios tireoidianos é controlada por outra glândula chamada pituitária ou hipófise. Olha elas aí trabalhando em conjunto.
Outra parte do cérebro, o hipotálamo, ajuda a hipófise enviando informações e esta, por sua vez, controla a tireóide, formando assim uma rede de informações ininterrupta. 

A tireóide, a hipófise e o hipotálamo trabalham juntos no controle da quantidade de hormônios tireoidianos. Estes órgãos trabalham de forma similar ao termostato, que controla a temperatura de uma casa. Se não há quantidade suficiente, a hipófise libera mais hormônio estimulante da tireóide (TSH), que indica à tireóide que deve produzir mais hormônio. Se os níveis de hormônio estão dentro dos valores normais, a hipófise diminui a produção de TSH a seus valores normais. A perfeição do funcionamento do nosso corpo é algo que nos estiula a ter mais conhecimento.

A TIROXINA - A tireóide segrega o hormônio tiroxina. A tiroxina contém iodo e regula o metabolismo basal ou o índice de oxidação celular, em outras palavras, o metabolismo do oxigênio. Super importante!
 
A hiposecressão da tiroxina pode resultar em:
a- Bócio simples [dilatação da tireóide, resultante da carência de iodo na dieta]. Sais
minerais de iodo são encontrados naturalmente em certos alimentos, como couve, agrião,
etc. Quando a alimentação é deficiente em sais de iodo, a tireóide cresce exageradamente.

b- Mixedema na fase adulta e cretinismo na infância. Ambos têm sintomas como
retardamento físico e mental e metabolismo anormal.
 
 A hipersecressão da tiroxina pode causar o bócio exoftálmico ou bócio tóxico [inchaço da
garganta, elevação da taxa de metabolismo e glóbulos oculares proeminentes]. O bócio
tóxico resulta de um tumor na tireóide e seus sintomas são os mesmos do exoftálmico, com
exceção dos glóbulos oculares protuberantes.

AS GLÂNDULAS PARATIREÓIDES
São quatro pequenas glândulas do tamanho de uma ervilha, localizadas no lado interno da tireóide. Segregam o paratormônio, que controla o metabolismo de minerais como o cálcio e o fósforo. Por isso sempre colocamos a importância do GFU e após um mes reposição dos minerais. Logo acima foi colocado sobre a oxigenação. pelas pesquisas a oxigenação  pelo uso do GFU deixa as células soltas e capacitadas a captar os nutrientes.
O hormônio das paratireóides regula a assimilação de cálcio e fósforo pelo organismo. Ainsuficiência desse hormônio causa contrações musculares. O excesso pode provocar descalcificação acentuada nos dentes e ossos.
 

 HIPOSECREÇÃO E HIPERSECREÇÃO DO PARATORMÔNIO
A hiposecressão de paratormônio resulta na queda do índice de concentração do cálcio no sangue. Este estado é conhecido como tetania e causa cãibras e espasmos musculares.
A hipersecreção de paratormônio faz com que o cálcio seja extraído dos ossos e lançado na
corrente sangüínea. Este estado, conhecido por osteíte fibrosa, pode levar a profundas
alterações na estrutura óssea, deformidade do esqueleto e depósito de cálcio nos rins. No equilíbrio ácido base é muito falado sobre isso.


EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS PARA A TIREÓIDE E PARATIREÓIDE
EXERCÍCIO 1 [Movimento do Pescoço da Tartaruga]



♦ Em pé, tronco ereto, projete a cabeça para baixo, esticando o queixo ao máximo e
mantendo-o esticado. Depois, leve a cabeça para cima e para trás. Ensaie algumas
vezes até aperfeiçoar o movimento.
♦ Procure fazer um movimento circular, primeiro para frente algumas vezes e, depois, no
sentido contrário.
♦ Apóie o queixo no peito, projetando o queixo para baixo. Em seguida, vá projetando a
cabeça para a frente.
♦ A seguir, levante a cabeça devagar, sempre projetando o queixo para frente e continue
o movimento circular levando vagarosamente a cabeça para trás. Ao apertar o queixo
contra o pescoço e projetar o queixo para a frente, você estará produzindo uma
excelente massagem na tireóide.
♦ Faça o mesmo movimento circular, partindo do queixo projetado para cima, com a
cabeça erguida, e vá lentamente abaixando-a, até encostar o queixo no peito. Prossiga
erguendo a cabeça e retome o movimento.
 

 EXERCÍCIO 2 [Massagem direta com os dedos]

♦ Com os dedos, localize o início do osso da clavícula, logo abaixo do pescoço.
♦ Coloque seus dedos polegar, indicador e médio logo acima deste ponto localizado (início do osso da clavícula), de modo que a tireóide fique entre os dedos e massageie ao redor da glândula com suaves movimentos circulares [ver fig.].
♦ Faça a massagem em 3 pontos: 1- bem embaixo, próximo às clavículas, 2- dois
dedos mais acima e 3- próximo ao Pomo de Adão.
 

 EXERCÍCIO 3 [Mãos apoiadas nas coxas inclinando a cabeça para trás]

♦ Pernas separadas na largura de seus ombros (mais ou menos) e flexionadas. Apóie suas mãos nas coxas, abaixando o tronco e procure não empinar o quadril.
♦ Inicie um movimento suave com a cabeça, inclinando-a para trás e para cima e depois
volte com a cabeça para o centro.
♦ Faça na medida do seu conforto.
 

EXERCÍCIO 4 [Movimento circular com atenção na Tireóide]

♦ Em pé, tronco ereto, inicie um pequeno movimento circular com a cabeça. Faça o
movimento circular iniciando à direita e depois inverta o movimento iniciando à
esquerda.
♦ A seguir, repita o movimento concentrando a atenção na tireóide, como se a movesse
através da atenção.
 

FINALIZAÇÃO [Visualize as 3 glândulas e incline o tronco]

♦ Visualize os pontos onde estão localizadas as 3
glândulas – pineal, hipófise e tireóide.
♦ Incline o tronco para frente e para baixo procurando
sentir estes 3 pontos. Coloque sua atenção simultânea
nas 3 glândulas.
♦ Abaixe o tronco vagarosamente começando pela cabeça –
relaxe, tire a tensão das pernas e fique assim por algum
tempo. Depois, suba lentamente, primeiro o tronco e por
último o pescoço.
Esta glândula é muito delicada e pode se mostrar arredia ao
toque no início, mas corresponde ao toque feito com
suavidade e afeto.


A GLÂNDULA TIMO


Do grego, Thymus, significa energia vital. O timo situa-se na porção superior do mediastino
anterior. Limita-se, superiormente, com a traquéia, a veia jugular interna e a artéria carótida
comum. Lateralmente, com os pulmões, e inferior e posteriormente com o coração. Sua cor é
variável. Vermelha no feto, branco-acinzentada nos primeiros anos de vida e, depois,
amarelada. O timo, plenamente desenvolvido, é de formato piramidal, encapsulado e formado
por dois lobos fundidos.
Por ocasião do nascimento pesa de 10 a 35g e continua crescendo de tamanho até a
puberdade, 15 anos, quando alcança um peso máximo de 20 a 50g. Daí por diante sofre
atrofia progressiva e passa a pesar pouco mais de 5 a 15g no idoso. O ritmo de crescimento
tímico na criança e de involução no adulto é extremamente variável e, portanto, difícil
determinar o peso apropriado para a idade. Contudo, o timo continua a exercer sua função
protetora, com a produção complementar de anticorpos, mesmo que nesse período seu
desempenho já não seja vital, pois há uma compensação pela proteção imunológica conferida
pelo baço e nodos linfáticos, ainda imaturos nos recém-nascidos.


4.1 O TIMO E OS LINFÓCITOS T


Externamente, o timo é revestido por uma cápsula de tecido conjuntivo, de onde partem
septos que dividem o órgão em numerosos lóbulos. Cada lóbulo apresenta uma capa, o
córtex, que é mais escura, e uma polpa interior, a medula, que é mais clara. Tanto a zona
cortical quanto a medular apresentam células de estrutura epitelial misturadas com um
grande número de linfócitos T e, ocasionalmente, células B e macrófagos.
Em termos fisiológicos, o timo elabora uma substância, a timosina, que mantém e promove a
maturação de linfócitos e órgãos linfóides como o baço e os linfonodos. Reconhece-se, ainda, a
existência de uma ou outra substância, como a timina, que exerce função na placa mioneural
(junção de nervos com músculos) e, portanto, nos estímulos neurais e periféricos, sendo
responsável por doenças musculares.


4.2 OS LINFÓCITOS B [O EXÉRCITO COMBATENTE]


As células do sistema imunológico formam um forte exército, cujos principais elementos são
linfócitos. Os linfócitos B ou células B são células que produzem anticorpos circulantes. Os
anticorpos são pequenas proteínas, membros da família das imunoglobulinas, que atacam
bactérias, vírus e outros invasores externos (antígenos).
Os anticorpos se "encaixam" às moléculas de antígeno que atacam como uma chave que se
ajusta à fechadura. Cada anticorpo ataca apenas um tipo de antígeno. Por exemplo, um vai
atacar o vírus do resfriado, enquanto o outro ataca uma bactéria, e cada linfócito B produz
apenas um tipo de anticorpo para cada epítopo ( epítopo = parte do antígeno que é capaz de
estimular a produção de anticorpos específicos contra ele).


4.3 AS CÉLULAS T [PATRULHEIRAS - “NATURAL KILLERS”]


Os linfócitos T ou células T não produzem anticorpos. Essas células atacam o invasores
externos ou trabalham junto com outras células que o fazem ("T "vem do Timo, onde essas
células se desenvolvem).
Os vários grupos de células T possuem diferentes funções : as células T citotóxicas, junto com
outras células sangüíneas citotóxicas naturais [NK - natural Killer) patrulham
constantemente o organismo em busca de células perigosas. Quando encontram essas células
T "associam-se" às células invasoras e liberam substâncias químicas microscópicas que as
destroem. Cada célula T citotóxica, assim como cada anticorpo, ataca apenas um alvo muito
específico. Alguns atacam células que foram infectadas por vírus, outros atacam células
cancerosas e alguns atacam tecidos e órgãos transplantados.
Cada célula citotóxica natural (NK), por sua vez, tem uma ampla gama de alvos e pode atacar
tanto células tumorais quanto uma variedade de micróbios infecciosos. Dois outros tipos de
células T, chamada de células T "auxiliar ou LT-helper" e "supressores" são especialmente
importantes devido aos seus efeitos regulatórios sobre o sistema imunológico.
As células T auxiliares ajudam os linfócitos B a produzir anticorpos, enquanto as células T
supressores desativam a ação das células T auxiliares quando o número de anticorpos
produzidos é suficiente. Essas células comunicam-se entre si produzindo interferons,
interleucinas e outros mensageiros químicos que governam a atividade das células do sistema
imunológico. A proporção entre células auxiliares/supressores deve ser equilibrada para a
saúde do organismo.


4.4 MENTE X SISTEMA IMUNOLÓGICO


Os linfócitos T e B têm receptores na superfície de suas células que podem acionar, dirigir e
modificar suas funções imunológicas. Esses receptores são a base molecular da influência da
mente nos linfócitos. Os receptores são como fechaduras que podem ser abertas para acionar
as atividades de cada célula. As chaves que abrem essas fechaduras são as moléculas
mensageiras da mente-corpo: os neurotransmissores do sistema-nervoso autônomo, os
hormônios do sistema endócrino e os imunotransmissores do sistema imunológico.
4.5 A TIMOSINA
A timosina pode servir como imunotransmissor, modulando os eixos hipotalâmicos
hipofisário-suprarrenal e das gônadas. O sistema nervoso seria capaz de alterar o curso da
imunidade via caminhos autônomo e neuroendócrino.
Alguns trabalhos concluem que os humanos podem treinar a si mesmos para facilitar seus
processos de cura interna mente-corpo.


4.6 ESTRESSE E DIMINUIÇÃO DA VIGILÂNCIA IMUNOLÓGICA DO ORGANISMO


Qualquer forma de estresse resultante de uma significativa mudança de vida (ex: a morte de
um membro da família, mudança de emprego, mudança de família, etc.) pode ativar o eixo
cortical-hipotalâmico-suprarrenal para produzir os corticoesteróides que suprimem o sistema
de vigilância imunológica (lembrando que os corticóides atuam no núcleo das células
retardando a multiplicação celular e isso impede a expansão clonal leucocitária).
Em resposta à mudança estressante de vida observa-se uma diminuição na atividade das
células NK (Natural Killer), exterminadoras naturais. A boa habilidade em lidar com desafios
(poucos sintomas diante de um considerável estresse) está associada com uma alta atividade
celular NK exterminadora natural.


EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS PARA O TIMO


EXERCÍCIO 1 [Estimulação do Timo]






♦ Fazer pequenas “batidinhas’ com a polpa dos dedos no
esterno (localizado
aproximadamente a 2 dedos abaixo da clavícula)
Faça estas “batidinhas” ao redor desta região, explorando e
sentindo estas vibrações. Sinta o aquecimento produzido nesta
região.


EXERCÍCIO 2 [Abraçar o ombro]




♦ Em pé, tronco ereto, com o braço direito “abrace” o ombro
esquerdo [ver fig.].
♦ Coloque a mão um pouco abaixo do ombro esquerdo e vá
“caminhando” com os dedos em direção à escápula esquerda
o máximo que puder. Faça o mesmo com o braço esquerdo.
Sinta a presença do Timo.


EXERCÍCIO 3 [Contraindo e expandindo o Timo]






♦ De pé, braços soltos ao longo do corpo, volte as palmas das
mãos para fora e girando os braços, una o dorso das mãos em
frente ao abdômen e expire todo o ar dos pulmões.
♦ A seguir, desfaça a posição e abrindo os braços leve-os para
trás, abrindo o peito e inspirando. Abra os braços até que as
palmas das mãos se encontrem atrás [nas costas], e se unam
na altura do osso sacro.
Faça algumas vezes este movimento.


EXERCÍCIO 4 [Mãos na nuca e cotovelos abertos]






♦ Erga os braços e coloque as mãos entrelaçadas sobre a
nuca, os cotovelos abertos. Abra o peito inspirando e levando
os cotovelos para trás, sem tirar as mãos da nuca.
♦ Sinta a expansão produzida por este movimento simples,
permita-se saborear a sensação de espaço, liberdade,
desobstrução.
♦ Ao expirar, junte os cotovelos à frente suavemente. Coloque
sua atenção no timo. Faça algumas vezes.
Quando perceber que alguém próximo a você se encontra acabrunhado,
comprimido por problemas, aconselhe este movimento.


FINALIZAÇÃO [Garras de urso e movimento da gangorra]






♦ Enganche suas mãos [como garras de urso] em frente ao peito. Abra bem os braços
deixando-os paralelos ao peito
♦ Inicie um movimento com os cotovelos, levando um em direção ao “Céu” (pra cima) e outro
em direção à “Terra” (pra baixo). Eleve primeiro o cotovelo direito (o esquerdo desce em
direção à Terra), depois suba o esquerdo (lembra uma gangorra) e o direito desce em
direção à Terra.
♦ Faça com os músculos das costas relaxados, não aplique força. Não permita nenhuma
tensão muscular.
Estimule o timo o máximo que puder, faça amizade com esta glândula. Ela produz alegria e
dependemos dela para equilibrar o sistema imunológico.


1. A GLÂNDULA PINEAL [CASA DO ESPÍRITO]


Também chamada de corpo pineal ou epífise, é uma glândula cônica e achatada, localizada
acima do teto do diencéfalo, ao qual se une por um pedúnculo. No homem adulto, mede
aproximadamente 5 por 8 mm. A glândula pineal fica localizada no centro do cérebro, sendo
conectada com os olhos através de nervos.
As pesquisas recentes sobre as funções da glândula pineal e de seu principal produto, o
hormônio melatonina, despertaram um grande interesse público nesta última década em
função da descoberta do papel da melatonina na regulação do sono e do ritmo biológico [ritmo
circadiano] em humanos.


1.1 A MELATONINA E O RITMO CIRCADIANO


A melatonina é uma substância natural semelhante a um hormônio e é produzida na
glândula pineal. A produção de melatonina pela glândula pineal é cíclica, obedecendo um
ritmo diário de luz e escuridão, chamado ritmo circadiano. Nos seres humanos, a produção de
melatonina ocorre durante a noite, com quantidades máximas entre 2 e 3 horas da manhã, e
mínimas ao amanhecer do dia.
Tanto a luz como a escuridão transmitem o sinal dos olhos para a glândula pineal,
determinando a hora de iniciar e parar a síntese da melatonina.
A produção noturna de melatonina levou à rápida descoberta do seu papel como indutor do
sono em humanos, e como restauradora dos distúrbios decorrentes de mudanças de fusohorário no início dos anos 90.


1.2 A MELATONINA E A REGULAÇÃO DO SONO


Além da regulação do sono, a melatonina controla o ritmo de vários outros processos
fisiológicos durante a noite: a digestão torna-se mais lenta, a temperatura corporal cai, o
ritmo cardíaco e a pressão sangüínea diminuem e o sistema imunológico é estimulado.
Costuma-se dizer, por isso, que a melatonina é a molécula chave que controla o relógio
biológico dos animais e humanos.
Do ponto de vista experimental, a melatonina modifica a imunidade, a resposta ao estresse e
algumas características do processo de envelhecimento. No contexto clínico, tem sido
utilizada nos distúrbios do ritmo biológico, alterações relacionadas ao sono e o câncer. Ela
possui vários e significativos efeitos biológicos.


1.3 A MELATONINA E SEUS EFEITOS NO EQUILÍBRIO DO ORGANISMO


Os pesquisadores estudaram os efeitos anti-câncer da melatonina, que parece funcionar em
conjunto com a vitamina B6 e o Zinco, opondo-se à degradação do sistema imunológico proporcionada pelo envelhecimento.
A melatonina também pareceu promissora no tratamento de problemas femininos, como a
osteoporose, a síndrome pré-menstrual, e até mesmo o controle da natalidade. Por se tratar de um dos principais hormônios anti-estresse, participa ainda das funções adaptativas e
estimulantes.
Portanto, a melatonina estabiliza e sincroniza a atividade elétrica do sistema nervoso central.
Muitos defendem que a pineal, atuando não apenas através da melatonina, é uma “estrutura
tranqüilizadora que suporta o equilíbrio do organismo”, agindo como um órgão sincronizador,
estabilizador e moderador. Isso sugere que a melatonina pode ter muitas aplicações em
condições onde é importante estabilizar e harmonizar a atividade cerebral.
Um dado importante é o fato de que a glândula pineal afeta diretamente as outras glândulas
por meio de suas secreções. (Arendt J.,1995. In Melatonin and the Mammalian Pineal Gland,
Chapman & Hall, London, pp. 4.)


1.4 A MELATONINA E SEU PAPEL NA REPRODUÇÃO


Foram caracterizados sítios de ligação para melatonina nas gônadas [glândulas
sexuais], no epidídimo, no ducto deferente e na glândula mamária, sugerindo vários
locais de ação.
O papel da melatonina no desenvolvimento sexual e na reprodução humana ainda
está sendo investigado. Em mulheres, foi demonstrado que as concentrações de
melatonina e de progesterona variam com as estações do ano, e que há uma
correlação negativa entre melatonina e a produção de estrógeno. A melatonina em
humanos possui importante ação antigonadotrófica, visto que inibe a produção de
hormônio liberador do hormônio de crescimento (GnRH), que é essencial para o
desenvolvimento das gônadas na fase de puberdade. (Vanecek, 1998).


1.5 A MELATONINA E O MAL DE ALZHEIMER


Diagnosticado por Alois Alzheimer em 1906, o mal de Alzheimer é uma doença
degenerativa que destrói as células do cérebro, lenta e progressivamente, afetando o
funcionamento mental (pensamento, fala, memória, etc.). Com o avanço da moléstia, o
paciente começa a perder hábitos, como o da higiene pessoal, e a manifestar
alterações de comportamento, como ansiedade, agressividade, etc. Caracterizado como
uma forma de demência, o mal de Alzheimer atinge cerca de 1% da população na faixa
dos 65 anos de idade. Seu primeiro sintoma é, via de regra, a perda da memória
recente, sendo indicado, neste caso, consultar um médico neurologista.
Em pacientes com Alzheimer, os receptores no hipocampo, responsáveis pelo controle
da tensão vascular, tem seu número significativamente aumentado em relação a
pessoas normais da mesma idade, provavelmente devido a uma "up regulation" em
resposta à diminuição da melatonina circulante. O pico noturno de melatonina não
ocorre, ou é muito reduzido em idosos normais. A melatonina apresenta uma redução
na formação da proteína B amilóide que é a responsável pelo mal, tendo, portanto, um
efeito que permitiria supor uma ação anti-Alzheimer.


1.6 A MELATONINA E A MEMÓRIA


A melatonina também tem um efeito sobre a retenção de memória, tendo sido efetiva
na reversão da perda de memória em animais velhos e em modelos de Alzheimer.


1.7 A PINEAL E O CEREBELO


Na parte posterior do crânio está localizado o cerebelo, cuja função é a manutenção do
equilíbrio, tônus muscular e da postura, bem como da coordenação dos movimentos.
Se houver qualquer tensão ou lesão no cerebelo, esta repercutirá no funcionamento da
pineal e suas preciosas secreções serão prejudicadas. O cerebelo é comparado a um
computador muito elaborado. Ele não somente recebe impulsos proprioceptivos, os
quais informam sobre a posição de nosso corpo ou de suas partes, como também
chegam impulsos visuais, táteis e auditivos que podem ser utilizados pelo cerebelo.
Não se sabe exatamente como ele executa esta tarefa.


1.8 O ALIMENTO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL


O sistema nervoso central é um todo, sua divisão em partes é exclusivamente didática. Essa
divisão, em relação a um critério anatômico, reconhece que ele se localiza dentro do esqueleto
axial, isto é, cavidade craniana e canal vertebral. O encéfalo é a parte do sistema nervoso
central situado dentro do crânio neural. A medula se localiza dentro do canal vertebral.
Encéfalo e medula constituem o neuro-eixo.
No encéfalo, temos o cérebro, o cerebelo e o tronco encefálico. No homem, a relação entre
tronco encefálico e o cérebro pode ser grosseiramente comparada à que existe entre o tronco e  a copa de uma árvore.

O sistema nervoso é formado por estruturas nobres e altamente especializadas, que exigem
para seu metabolismo um suprimento permanente e elevado de glicose e oxigênio. Assim, o
consumo de oxigênio e glicose pelo encéfalo é muito elevado e requer um fluxo circulante intenso. Quedas na concentração desses elementos ou a suspensão do afluxo sanguíneo ao encéfalo não são toleradas além de um período muito curto.
A parada da circulação cerebral por mais de 7 segundos leva o indivíduo à perda da
consciência. Após cerca de 5 minutos começam a aparecer lesões que são irreversíveis.

Contudo, áreas diferentes do sistema nervoso central são lesadas em tempos diferentes,
sendo as áreas filogeneticamente mais recentes as que primeiro se alteram. A área lesada que resiste por mais tempo é o centro respiratório situado no bulbo.

Os processos patológicos que acometem os vasos cerebrais tais como tromboses, embolias e hemorragias ocorrem com uma freqüência cada vez maior com o aumento da vida média do
homem moderno. Cumpre lembrar que no sistema nervoso central, ao que parece, não existe
circulação linfática, por outro lado, existe circulação liquórica.


EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS PARA A GLÂNDULA PINEAL


É indicado ao praticante fazer estes exercícios sentado e com os olhos fechados.
Observe a localização da glândula pineal no topo do crânio [figura 1].
Faça os exercícios procurando sentir a localização da pineal. Coloque também sua atenção na respiração, lembrando do alimento necessário ao Sistema Nervoso Central.


EXERCÍCIO 1 [Massagear o alto do crânio]


]


♦ Faça um movimento circular com a polpa dos
dedos das duas mãos sobre o couro cabeludo, no
alto da caixa craniana. Investigue vagarosamente
até encontrar uma reentrância. Sinta-a com os
dedos. Esse ponto corresponde à “moleira” dos
recém-nascidos.
♦ Massageie esse ponto usando os dedos indicador e
médio. Procure perceber qual o sentido mais
confortável [sentido horário ou anti-horário].
♦ Massageie lentamente o ponto sem provocar atrito com a pele. Perceba que o
couro cabeludo, muito colado no início, se desprende melhor depois de um certo
tempo.
♦ Faça essa massagem sem pressa, no seu ritmo e no seu tempo.
É importante salientar que este ponto é o local de união de todos os meridianos. A
prática é ótima antes de dormir, pois a glândula pineal é a rainha do sono profundo.


EXERCÍCIO 2 [Massagear para frente e para trás o couro cabeludo com os dedos]






♦ Outra forma indicada e confortável é puxar o couro cabeludo para frente e para trás sempre a partir desse ponto
[no alto da caixa craniana].


EXERCÍCIO 3 [Tamborilar o alto do crânio com os dedos]






♦ A seguir você vai “tamborilar” com os dedos médios o ponto no alto da caixa craniana, onde se localiza a glândula pineal. A ação do toque deve ser amorosa, não use força.
♦ Perceba o que está sentindo. Você poderá sentir calor, salivação, enjôo, um mental tranqüilo.


EXERCÍCIO 4 [Massagear a fronte na linha do início do couro cabeludo e a “coroinha”]






♦ Coloque o dedo médio e indicador da mão direita na fronte, precisamente no início do couro cabeludo, alinhados com o nariz. Massageie este ponto com os dois dedos. Escolha a direção que for mais confortável e agradável.
♦ Faça as massagens nos pontos cranianos sempre vagarosamente e observando seu próprio ritmo e tempo.
♦ Continue massageando esse ponto e com os dedos da outra mão encontre uma reentrância na parte posterior do crânio (um pouco mais atrás do topo da cabeça),
acima do cerebelo. Esta reentrância ou depressão corresponde ao lugar chamado de “coroinha”. Os religiosos costumam marcar bem essa região, usualmenterasurando os cabelos num formato circular.
♦ Coloque o dedo médio e indicador sobre esse ponto e massageie no sentido que
achar mais confortável.
Perceba as sensações (dor, calor, lágrimas, relaxamento nos nervos oculares, sensação
de estímulo da tiróide, sensação do palato, sensação de sair do tempo].


FINALIZAÇÃO [Irradiando calor com as mãos]


♦ Em seguida, aqueça as mãos friccionando-as e colocando-as no topo da cabeça.
Deixe que as mãos escolham qual deve ficar em cima e qual deve ficar embaixo.
♦ Perceba o calor que a fricção das mãos provoca. Sinta o calor irradiando para a pineal e a resposta receptiva dessa glândula ao calor.
Faça contato com a glândula pineal, enviando-lhe afeto, reconhecendo todo o complexo
trabalho que faz no seu organismo. Reconheça sua importância no equilíbrio geral do
organismo e no retardamento do envelhecimento. Ao fazer isto, a glândula recebe calor
e magnetismo.


OBSERVAÇÕES


As tradições respeitavam a glândula pineal e a consideravam alinhada ao mais elevado
centro espiritual. Os hindus entendiam que dentro do Lótus de Mil Folhas ou Chakra
da Coroa, encontrava-se o verdadeiro centro do coração.

Na tradição judaica usa-se até hoje o kipá [usado no topo da cabeça]. É usado para
lembrar o usuário de sua reverência diante de Deus.

Na mitologia grega, Hermes [Mercúrio] era representado com um capacete alado,
símbolo de invulnerabilidade e de potência. Hades [Plutão] possuía um barrete que
adornava sua cabeça e o tornava invisível.

Os católicos representam os santos com auréolas ou halos dourados. Desta forma, a
“coroa” no alto da cabeça tem um significado que não poderíamos omitir. Sua forma
circular indica a participação da natureza celeste, um “Dom” vindo de cima, um poder,
o acesso a um nível e a forças superiores. Tem mais sobre a Pineal no tópico:


Do exposto conclui-se que a correção dos estados patológicos, não decorrente de agressões externas, poderá ser conseguido através de processos endócrinos pelo estudo e entendimento das necessidades do sistema glandular e ao nosso ver, esse procedimento somente poderá ser conseguido através de:

A – detectar as glândulas inativa ou preguiçosas e ativá-las;
B – assegurar suprimentos alimentares adequados ao sistema glandular para que tenham condições de produzir corretamente as secreções específicas para assim proporcionar atalhos comunicantes;
A1 – Excitar as glândulas para que trabalhem por intermédio dos recursos que a química glandular proporciona, evitando-se na medida do possível a quimioterapia;
A2 – Excitar as glândulas por intermédio de hormônios (muito cuidado);
A3 – Excitar as glândulas por intermédio de vitaminas específicas (muito cuidado);
A4 – Excitar as glândulas por intermédio de exercícios físicos.

Quanto ao item B, devemos deixar bem claro que qualquer conjunto de alimentos obtidos da crosta terrestre é incompleto. Não atendendo, pois às necessidades, isto porque, há milhões de anos chuvas torrenciais caíram sobre a superfície terrestre limitando-a e levando para o mar os sais minerais necessários à alimentação da flora e da fauna.


Em decorrência desta ação geoclimática, os alimentos (folhas, tubérculos, frutos ou grãos) são pobres em suas características alimentares, como também todos os derivados animais que direita ou indiretamente desta flora se alimentam.

Visando esta complementação pesquisas bioquímicas conseguiram da água do mar um concentrado mineral que preenche as necessidades de micro nutrientes do sistema glandular (krill), trata-se de um líquido com mais de cinqüenta elementos químicos, não é remédio, mas sim complemento alimentar necessário, sem contra-indicações.
 

OUTROS EXERCÍCIOS:
Exercício Peixe Dourado
- Deite com a barriga para cima. Coloque as mãos na nuca. Flexione os pés em direção aos joelhos. Oscile o corpo imitando o movimento de um peixe na água. Faça uma ou duas vezes ao dia, durante 3 minutos.


Exercício Capilar
- Deite de barriga para cima, apoiando a nuca no travesseiro de madeira. Levante os braços e as pernas verticalmente, mantendo as solas dos pés na horizontal. Vibre suavemente os membros durante 1 a 2 minutos. Esse movimento melhora as circulações linfática e sanguínea.


De joelhos, coluna ereta, braços sobre as coxas, oscile o corpo deum!ado para outro. como mostra a figura. Ao inclinar-se para a direita, respire profundamente, dilatando o abdome. Volte ao centro, expirando. Incline-se para a esquerda, respire profundamente. Faça os movimentos durante cerca de 10 minutos, pela manhã e à noite. Essa prática equilibra o pH sanguíneo.Auxilia o melhor funcionamento do intestino.





Ao entrar nesse video vc. será convidado a assisti-lo no you tube



Este video ensina a fazer uma massagem de reflexologia que ajuda no estresse e na ansiedade.É muito provável que induza ao sono, para não interromper o processo recomenda-se fazer antes de dormir.
Ao entrar nesse video vc. será convidado a assisti-lo no you tube

Lembrando que existem zonas reflexas que só se encontram no pé direito.
Olá, nós seguimos a reflexologia chinesa. ( Pelo que entendi durante a gravidez não se massageia os pontos de útero e ovário - deixo aqui em aberto para se alguém souber mais detalhes ....agradeço.)
Mulheres na fase da menstruação, se estiverem com anemia ou muito sangramento não devem fazer o ponto do útero nos 2 primeiros dias.
Pessoas com doenças crónicas - com a massagem são fantásticos os benefícios e a melhora na qualidade de vida.


http://www.ogrupo.org.br/
  http://www.geocities.ws/investigandoaciencia/sistemaendocrino.htm 

No tópico 25 - O SISTEMA GLANDULAR do blog http://gfugeradordefrequencia.blogspot.com/Você vai encontrar sobre as patologias decorrentes do mau funcionamento ou não funcionamento glandular.
No tópico 5 – do blog http://saudavelfeliz.blogspot.com.br/ TEM MAIS SOBRE COM VÍDEOS MUITO INTERESSANTES.
SISTEMA IMUNOLÓGICO - SISTEMA ENDÓCRINO - GLÂNDULAS - HORMÔNIOS - DNA -CONHECENDO NOSSO CORPO
Sob o ponto de vista metabólico, o corpo não recebendo os hormônios de forma adequada, poderá chegar a estados patológicos graves a curto e médio prazo.
A “vitamina D” (ou “colecalciferol”)
A “vitamina D” (ou “colecalciferol”) é, na realidade, atualmente considerada um pré-hormônio no meio científico (pois é transformada em diversas células do organismo humano no hormônio calcitriol – hormônio esse potencialmente capaz de modificar 229 funções biológicas no organismo humano – referência 1).

 A utilização do colecalciferol como tratamento via oral (desde que em doses fisiologicamente realistas – próximas daquelas obtidas através da exposição solar abundante) tem baixo custo e alta efetividade; mostra-se capaz de manter os pacientes sem os prejuízos físicos, psíquicos e sociais relacionados às doenças autoimunitárias, além de promover a regressão potencialmente completa de sequelas recentemente adquiridas, o bem-estar e a autoconfiança do paciente. COLOCANDO ABAIXO OUTRAS VISÕES SOBRE.



Poupa-se ao sistema de saúde público e privado vultosos gastos com internações hospitalares e medicamentos dispendiosos, ensejando-se a um grande número de pacientes uma vida essencialmente normal e produtiva, livrando-os de uma sobrevivência na condição de doentes crônicos, 
incapacitados para o trabalho e dependentes do sistema previdenciário. 

Enfatiza-se que não se trata de um tratamento alternativo, mas de fato de reconstituir o mecanismo que a própria natureza desenvolveu com o objetivo de evitar a agressão autoimunitária contra o próprio organismo.

Em vista do conflito com interesses relacionados ao comércio de medicamentos (que mensalmente movimenta somas bilionárias) que atravanca a absorção desses conhecimentos mais recentes pela comunidade médica, o Instituto de Investigação e Tratamento de Autoimunidade assume já como força motriz inspiradora de suas atividades, desde a sua fundação, o fundamental compromisso de difundir as bases desse tratamento para outros profissionais médicos, para que se tornem também eles elementos difusores dessa terapia, dessa forma contribuindo para o encurtamento do tempo que será gasto para que um número maior de pacientes sejam beneficiados.

O conhecimento científico atual revela que a deficiência de vitamina D (que afeta 76.5% de moradores na cidade de São Paulo durante o inverno, baixando para apenas 37.3% durante o verão (segundo pesquisas publicadas por pesquisadores da USP e da UNIFESP em 2010 – referência 2) está associado à ocorrência (suscetibilidade) e à sustentação (gravidade) de virtualmente todas as doenças ou manifestações autoimunitárias, incluindo-se a esclerose múltipla, neurite óptica, doença de Devic, doença de Guillain-Barré (poliradiculo-neurite), polineuropatia, miastenia gravis, artrite reumatóide, lúpus (discóide ou eritematoso sistêmico), doença de Crohn, retocolite ulcerativa, doença celíaca, cirrose biliar primária, hipotireoidismo (tireoidite de Hashimoto), uveíte, episclerite, psoríase, vitiligo, abortos no primeiro trimestre da gestação, doença periodontal, diabete infanto-juvenil, alergias, etc. 

Também encontram-se associados à deficiência de vitamina D (facilitados, induzidos ou favorecidos por ela) outros distúrbios ou doenças não autoimunitárias (ou ainda não classificadas como autoimunitárias pela ciência contemporânea), tais como câncer, hipertensão, diabete da maturidade, acidentes cardiovasculares, osteopenia e osteoporose, depressão, distúrbio bipolar, esquizofrenia, infertilidade, malformações congênitas, dor crônica (incluindo-se a fibromialgia e a enxaqueca), doenças neurodegenerativas (como Parkinson e Alzheimer), sonolência excessiva, etc.

Evidências epidemiológicas recentes indicam que o autismo é provavelmente causado ou pelo menos grandemente facilitado pela deficiência grave de vitamina D ocorrendo durante a gestação da criança afetada.Atualmente existem inúmeras fontes científicas que evidenciam a imperiosa necessidade ética de não se permitir que quaisquer pessoas (sejam pacientes portadores ou não dessas doenças ou distúrbios) sejam mantidos com deficiência de vitamina D – o que segue acontecendo também em decorrência da habitual suplementação de apenas 200 UI por dia na prática médica comum. 

Com essas doses irrisórias, um paciente portador de esclerose múltipla passa de um nível circulante de vitamina D médio de 14 ng/ml para apenas 16 ng/ml depois de 2 meses de tratamento. 

Os valores circulantes de referência para a vitamina D [medida sob a forma de 25(OH)D3, nunca (!) sob a forma de 1,25(OH)2D3] são de 30-100 ng/ml para a grande maioria dos laboratórios clínicos. Enfatiza-se que o nível de 30 ng/ml seria ainda inferior ao adequado segundo cientistas internacionais sérios e éticos, que propõem como ideal os níveis de ao menos 40-50 ng/ml de 25(OH)D3 para uma pessoa normal.

 As pesquisas mais recentes, no entanto, têm demonstrado que os portadores de doenças autoimunitárias, por razões genéticas (referências 3 e 4), são parcialmente resistentes aos efeitos do colecalciferol, necessitando, portanto, de níveis ainda mais elevados para estarem livres das agressões do seu próprio sistema imunológico.

 Nesses casos, o nível adequado somente pode ser estabelecido mediante o acompanhamento clínico e laboratorial que permita o ajuste da dose conforme a necessidade individual de cada paciente, sem o risco de efeitos colaterais graves, especialmente sobre a função renal.

Constituem-se em indivíduos com maior risco deficiência de vitamina D e maior risco se sofrerem complicações graves decorrentes dessa alteração metabólica, aquelas pessoas [1] com idade avançada (a pele de um indivíduo idoso de 70 anos produz apenas um quarto da quantidade de vitamina D produzida por um jovem de 20 anos de idade); 

[2] com sobre-peso (a gordura acumulada sob a pele sequestra a vitamina D da circulação; em geral a necessidade de vitamina D nesses indivíduos é duplicada em relação a uma pessoa com peso normal para a mesma estatura); 

[3] com pele escura (a melanina reduz a absorção dos raios solares matinais produtores de vitamina D); 

[4] que trabalham ou estudam ou exercem suas atividades rotineiras exclusivamente em ambientes confinados, isolados da luz solar da manhã ou do final da tarde; 

[5] que, mal orientados, utilizam filtros solares de forma indiscriminada, em horários (tais como no período inicial da manhã) em que a exposição solar é absolutamente necessária para a abundante produção de vitamina D na pele descoberta e para preservação da saúde (fator de proteção solar de nível 8 reduz em 90% a produção de vitamina D; o uso de fator de proteção de nível 15 reduz em 99% essa produção); 

[6] que vivem em localidades mais distantes da linha do Equador, onde a radiação solar é limitada por invernos mais longos, dias mais curtos, e são utilizadas roupas que cobrem uma maior extensão de pele para proteção contra o frio.

É importante que se enfatize, no entanto, que mesmo em localidades próximas do Equador, o problema já se tornou muito similar, devido 

[1] à ampliação da malha viária de metrô com estacionamentos cobertos próprios, e ocasionalmente com acesso direto ao interior de centros comerciais, 

[2] à construção de um número crescente de centros comerciais (“shopping centers” – onde famílias inteiras passam várias horas de seus finais de semana, em lugar de frequentarem praias, parques, zoológicos e jardins botânicos); 

[3] ao uso de películas protetoras nos pára-brisas e janelas dos carros, 

[4] à construção de estacionamentos subterrâneos sob os prédios residenciais e comerciais, com acesso direto ao elevador;

[5] à adesão crescente às diversões e passatempos encontrados no próprio ambiente doméstico, proporcionadas pelos jogos eletrônicos, canais de TV a cabo, DVDs, “Blu Rays”, e pela interatividade crescente proporcionada pela rede mundial de computadores. Pais e mães sentem-se confortáveis vendo seus filhos entretidos com essas atividades domésticas de lazer, por perceberem que assim se mantém distantes da violência urbana.

Enquanto isso o percentual de crianças com diabete do tipo I cresce 6% ao ano na Europa; todas essas características da vida urbana moderna permitem ao indivíduo contemporâneo deslocar-se e realizar praticamente qualquer atividade no meio urbano com exposição solar virtualmente nula.

Evidencia-se que três fatores, atuando em conjunto, contribuem para um efeito desastroso para a saúde pública e para os gastos públicos e privados nesse setor e no setor previdenciário: 

[1] o grande percentual de indivíduos afetados, especialmente na população urbana; 

[2] o grande número de doenças e distúrbios provocados ou facilitados pela deficiência de um hormônio que potencialmente participa da regulação de 229 funções biológicas no organismo humano; 

[3] à desinformação da maior parte da classe médica, que há muitas décadas segue temerosa de administrar pela via oral (preventiva ou terapeuticamente, a indivíduos adultos) doses absolutamente fisiológicas, tais como 10.000 UI por dia, que são produzidas por pessoas de pele clara durante meros 20 minutos de exposição ao sol da manhã, sem protetor solar. 

Tal indivíduo teria de ingerir 100 copos de leite para inteirar a mesma quantidade de vitamina D, que é também 50 vezes superior à dose diária de 200 UI (a mais comumente prescrita por ser erroneamente divulgada como “recomendada”).

Assim, evidencia-se como absolutamente vital e urgente uma mudança de paradigma em relação ao potencial preventivo e terapêutico proporcionado por doses bem mais elevadas de colecalciferol do que aquelas correntemente utilizadas, especialmente em pacientes que, por motivos próprios de sua condição clínica, têm limitações para expor-se ao sol, tal como os portadores de lúpus (pela possibilidade de piora das lesões de pele induzida pelos raios UV), vitiligo (pela facilidade de dano à pele) e esclerose múltipla (pela intolerância ao calor). 

Ao serem aconselhados a evitarem a exposição solar, têm agravada a deficiência de vitamina D, e em consequência, agrava-se a doença autoimunitária.

É profundamente lamentável que milhares de pessoas jovens, em todo o Brasil, portadoras de esclerose múltipla, estejam tornando-se cegas e paraplégicas apenas por falta de uma substância que poderia ser administrada sob a forma de gotas, em uma única dose diária, o que lhes devolveria a perspectiva certa de uma vida normal.Não há justificativa para não corrigir-se qualquer alteração ou deficiência metabólica que possa ser corrigida, mesmo na ausência de sinais clínicos detectáveis de possíveis consequências danosas à saúde. Fazê-lo é obrigação! Não fazê-lo pode ser encarado como negligência ou resultado de desinformação. O médico não pode deixar sob risco a saúde do paciente que o procura, mesmo para prevenção. Prevenção é e será sempre a melhor abordagem, seja de forma individualizada, ou como política governamental de saúde pública.

O que dizer do caso do paciente que já é portador de uma doença autoimunitária, tal como a esclerose múltipla, cuja alta frequência de surtos e elevada severidade das sequelas neurológicas (paraplegia, cegueira) correlaciona-se com os níveis circulantes mais baixos de vitamina D (referência 5)? 

Como justificar-se o hábito de sequer solicitar-se a medida das concentrações de 25(OH)D3 no paciente portador, quanto mais de não administrar-se doses realisticamente capazes de corrigir a deficiência que, segundo a literatura especializada, é praticamente certa? 

Como aceitar-se a passividade frente a um distúrbio metabólico de fácil correção, quanto a administração de doses muito mais elevadas (do que aquelas irrisórias e injustificadamente chamadas de “recomendadas”) que levam à redução das lesões ativas (referência 6) e foram demonstradas serem perfeitamente seguras (referências 6 e 7)?

 Como aceitar tal passividade, sabendo-se que já em 1986 (há 25 anos) demonstrou-se que doses bem mais modestas (8 vezes inferiores àquelas demonstradas como seguras, mas ainda assim 25 vezes superiores às “recomendadas” pelo comportamento terapêutico convencional) mostraram-se capazes de reduzir em mais de 50% a frequência de surtos em portadores de esclerose múltipla (referência 8)?

Qual a justificativa para que qualquer médico, mesmo em face desses dados, simplesmente volte as costas a essa questão e deixe o paciente (cuja saúde encontra-se sob sua responsabilidade profissional) com uma deficiência metabólica cuja correção é, por si mesma (independentemente da presença de qualquer doença), ética e tecnicamente obrigatória, e que poderia poupar seu paciente portador de esclerose múltipla do sofrimento intenso e permanente provocado por sequelas graves, irreversíveis e incapacitantes, tais como a cegueira e a paraplegia?

Como propor estudos “controlados” para a correção de qualquer hipovitaminose (não somente a hipovitaminose D), quando tais estudos são eticamente inviáveis, da mesma forma como não se pode administrar placebos para crianças diabéticas (deficientes em insulina) para “assegurar-se” de que a eficiência da administração de insulina seja “cientificamente” comprovada?

 O mesmo ocorre para a deficiência de vitaminas como o ácido fólico em gestantes. Seria ético verificar-se “de forma controlada” que um número muito maior de crianças nasceram com anencefalia ou outras malformações congênitas no “grupo placebo”?

Tais estudos nunca foram e jamais serão feitos. Seria correto, então, não administrar-se o ácido fólico às gestantes portadoras de níveis baixos desse micronutriente, sob a justificativa de que “não existem estudos controlados”?

Evidentemente, ao contrário do estudo da efetividade de drogas alopáticas, a avaliação da eficiência da correção de qualquer distúrbio metabólico não pode ser “controlada” com o uso de placebo.

 A inexistência de tais estudos não pode justificar a não correção de qualquer alteração metabólica, pois se constitui em argumento falacioso identificado em estudos de lógica e estatística (referência 9).

É pensamento compartilhado por todos os membros da diretoria do Instituto de Autoimunidade, que os sentimentos e percepções que devem nortear o tratamento dos pacientes afetados por essas e outras doenças são o senso humanitário, a capacidade de empatia e a genuína vontade de auxiliar, ajudar, servir, minorar o sofrimento e restabelecer a saúde. 

Nesse sentido, impõe-se radical mudança de paradigma de investigação e tratamento, abandonando-se o foco no exclusivo uso crônico de drogas que, por seus efeitos colaterais, deterioram a qualidade de vida do paciente, além de colocarem em risco sua integridade física e sua vida, sem perspectiva de uma solução em qualquer prazo. 

Como novo paradigma a ser buscado, qualquer padrão de comportamento, alteração ou distúrbio metabólico que potencialmente contribua para o desencadeamento, sustentação e/ou agravamento da doença deve ser identificado e corrigido, sempre que essa correção for possível, com o objetivo de alcançar o desaparecimento dos sintomas, a solução do problema e a libertação do uso crônico de medicamentos.
Cícero Galli Coimbra
Médico Internista e Neurologista
Professor Associado Livre-Docente da Universidade Federal de São Paulo
Presidente do Instituto de Investigação e Tratamento de Autoimunidade

REFERÊNCIAS:
1 – Ramagopalan, S.V., Heger, A., Berlanga, A.J., Maugeri, N.J.,Lincoln, M.R., Burrell, A., Handunnetthi, L., Handel, A.E., Disanto,G., Orton, S.M., Watson, C.T., Morahan, J.M., Giovannoni, G., Ponting,C.P., Ebers, G.C., Knight, J.C. A ChIP-seq defined genome-wide map ofvitamin D receptor binding: associations with disease and evolution.Genome research 2010; 20:1352-1360. – http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2945184/
2 – Unger, M.D., Cuppari, L., Titan, S.M., Magalhaes, M.C., Sassaki,A.L., dos Reis, L.M., Jorgetti, V., Moyses, R.M. Vitamin D status in asunny country: where has the sun gone? Clinical nutrition 2010; 29,784-788 – http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0261561410001111
3 – Pani, M.A., Regulla, K., Segni, M., Krause, M., Hofmann, S.,Hufner, M., Herwig, J., Pasquino, A.M., Usadel, K.H., Badenhoop, K.Vitamin D 1alpha-hydroxylase (CYP1alpha) polymorphism in Graves’disease, Hashimoto’s thyroiditis and type 1 diabetes mellitus.European Journal of Endocrinology 2002; 146:777-781.
http://eje-online.org/content/146/6/777.long
4 – Sundqvist, E., Baarnhielm, M., Alfredsson, L., Hillert, J., Olsson,T., Kockum, I. Confirmation of association between multiple sclerosisand CYP27B1. European journal of human genetics : European Journal ofHuman Genetics 2010; 18:1349-1352. – http://www.nature.com/ejhg/journal/v18/n12/full/ejhg2010113a.html
5 – Smolders, J., Menheere, P., Kessels, A., Damoiseaux, J., Hupperts,R. Association of vitamin D metabolite levels with relapse rate and disability in multiple sclerosis. Multiple Sclerosis 2008; http://msj.sagepub.com/content/14/9/1220
6 – Kimball, S.M., Ursell, M.R., O’Connor, P., Vieth, R. Safety ofvitamin D3 in adults with multiple sclerosis. American Journal ofClinical Nutrition 2007; 86:645-651. – http://www.ajcn.org/content/86/3/645.long
7 – Garland, C.F., French, C.B., Baggerly, L.L., Heaney, R.P. Vitamin Dsupplement doses and serum 25-hydroxyvitamin D in the range associatedwith cancer prevention. Anticancer Research 2011; 31:607-11- http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21378345?dopt=Abstract
8 – Goldberg, P., Fleming, M.C., Picard, E.H. Multiple sclerosis: decreased relapse rate through dietary supplementation with calcium, magnesium and vitamin D. Medical hypotheses 1986; 21: 193-200. – http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/0306987786900101
9 – Altman, D.G., Bland, J.M.. Absence of evidence is not evidence of absence. British Medical Journal 1995; 311:485. – http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2550545/
http://vitaminadporumaoutraterapia.wordpress.com/o-tratamento/manifesto-por-um-novo-paradigma-de-conduta-e-tratamento/

Dr. Niels Ryberg Finsen ganhou o prêmio Nobel de medicina estimulando o uso da luz solar na cura de doenças.
Ele já sabia na época, que o sol desencadeia a produção de hormônio D3 (o que conhecemos como vitamina D, mas que na verdade é um hormônio).
A partir daí, muitas doenças foram tratadas com a luz solar. Hoje sabemos que a vitamina D é o hormônio mais poderoso no corpo humano, e é responsável por controlar pelo menos 10% dos genes do corpo de uma pessoa.
Atualmente, existe uma deficiência de vitamina D nas pessoas. Elas acordam, entram no carro na garagem sem sol, dirigem até o trabalho onde passam no mínimo 8 horas sem sol, voltam para casa à noite.
Não tomam sol, e quando tomam, tomam com medo, se instalou uma paranoia de que o sol faz mal, As pessoas têm medo de ficar com melanoma (câncer de pele) se tomarem sol, mas paradoxalmente, quanto menos as pessoas tomam sol no mundo, mais cresce a incidência de melanoma e de cânceres diversos como de pulmão, próstata, colo, e de doenças como o diabetes, o raquitismo,
doenças cardíacas, perda de dentes.
A incidência dessas doenças aumenta na medida em que as pessoas se afastam do sol. O sol diminuiu e o melanoma aumentou.
As pessoas não sabem que a maioria dos casos de câncer de pele aparecem em áreas onde não se toma sol: área interna da coxa, axilas, etc.
O que mais envelhece o ser humano é a falta de produção de vitamina D.
Entre os 20 e os 70 anos de idade, o ser humano vai perdendo a capacidade plena de produção de vitamina D, o que só é conseguido tomando sol diariamente, e não fugindo do sol como as pessoas vêm fazendo.


SOBRE A VITAMINA D E EXPOSIÇÃO AO SOL
(Compilado por Mike Adams, com base em uma entrevista com o Dr. Michael Holick, autor do livro “The UV Advantage) 

A vitamina D evita a depressão, osteoporose, câncer da próstata, câncer da mama e, até mesmo efeitos do diabetes e obesidade.
A vitamina D é talvez o nutriente mais subestimado no mundo da nutrição. Isso é provavelmente porque é “gratuita”: seu corpo a produz quando a luz solar atinge a sua pele.
As empresas farmacêuticas não podem lhe vender a luz solar, por isso não há promoção dos seus benefícios à saúde.

A maioria das pessoas não sabe destes fatos verdadeiros sobre a vitamina D:

1. A vitamina D é produzida pela pele em resposta à exposição e radiação ultravioleta da luz solar natural.

2. Os saudáveis raios de luz solar natural que geram a vitamina D em sua pele não atravessam o vidro e, por isto, seu organismo não produz vitamina D quando você esta no carro, escritório ou em sua casa.

3. É quase impossível conseguir quantidades adequadas de vitamina D a partir da dieta.
A exposição à luz solar é a única maneira confiável para seu corpo dispor de vitamina D.

4. Seria necessária a ingestão diária de dez copos grandes de leite enriquecido com vitamina D para obter os níveis mínimos necessários de vitamina D.

5. Quanto maior a distância da linha do equador e o lugar onde você vive, maior será a exposição ao sol necessária para gerar vitamina D, pois depende do ângulo de incidência dos raios solares. Canadá, Reino Unido, a maior parte dos EUA estão longe do equador e maior parte do Brasil está perto do equador.

6. Pessoas com a pigmentação escura da pele podem precisar de 20-30 vezes mais exposição à luz solar do que pessoas de pele clara para gerar a mesma quantidade de vitamina D.
Por isto, também, o câncer de próstata é muito frequente entre homens negros - é a simples deficiência generalizada de luz solar.

7. Níveis suficientes de vitamina D são essenciais para a absorção de cálcio nos intestinos.
Sem vitamina D suficiente, seu corpo não pode absorver o cálcio, tornando os suplementos de cálcio inúteis.

8. A deficiência crônica de vitamina D não pode ser revertida do rapidamente.
São necessários meses de suplementação de vitamina D e de exposição à luz solar para “reconstruir” os ossos e o sistema nervoso.

9. Mesmo filtros solares fracos (FPS = 8) bloqueiam em 95% a capacidade do seu corpo de gerar vitamina D. É por isto que o uso constante de protetores solares provocam deficiência crítica de vitamina D.

10. A exposição à luz solar não gera a produção excessiva de vitamina D em seu corpo, porque ele se auto-regula e produz apenas a quantidade que necessita.

11. Se a pressão firme do seu osso esterno dói, você pode estar sofrendo de deficiência crônica de vitamina D.

12. A vitamina D é “ativada” pelos rins e fígado, antes de ser usada pelo organismo e, por isto, doenças renais ou hepáticas podem prejudicar muito a ativação da vitamina D circulante.

13. A indústria de protetores solares não quer que você saiba da necessidade de exposição ao sol, porque esta revelação significaria a queda nas vendas de seus produtos.

14. A vitamina D é um poderoso “remédio” que o seu próprio corpo produz inteiramente de graça e sem necessidade de prescrição médica!

15. Algumas substâncias denominadas “antioxidantes” aceleram muito a capacidade do organismo para lidar com luz solar, sem que ela nos provoque danos, também permitem que você fique exposto ao sol duas vezes mais tempo sem danos. Um exemplo de tais antioxidantes é a astaxantina, poderoso “filtro solar interno”. Outras fontes de antioxidantes similares são algumas frutas (açaí, romã, mirtilo, etc.), algumas algas e alguns crustáceos do mar (camarão, “krill”, etc.)

Doenças e condições causadas pela deficiência de vitamina D:

. A osteoporose é geralmente causada por falta de vitamina D que provoca deficiência na absorção de cálcio.

. A deficiência de vitamina D na infância causa o raquitismo, falta de calcificação dos ossos.

. A deficiência de vitamina D pode agravar o diabetes tipo 2 e prejudicar a produção de insulina pelo pâncreas.

. Bebês que recebem a suplementação de vitamina D (2.000 unidades por dia) têm um risco 80% menor de desenvolver diabetes tipo 1 durante os próximos vinte anos.

. A obesidade prejudica a utilização da vitamina D no organismo e obesos precisam de duas vezes mais vitamina D.

. A depressão, a esquizofrenia e os cânceres de próstata, de mama ovário e de cólon são frequentes em pessoas com deficiência de vitamina D. Portanto, níveis normais de vitamina D previnem estas doenças.

. O risco de desenvolver doenças graves como diabetes e câncer é reduzido de 50% a 80% através da exposição simples, à luz solar natural 2 a 3 vezes por semana.

. A depressão sazonal de inverno, muito comum nos países de clima temperado, é causada por um desequilíbrio da melatonina, devido à menor de exposição ao sol.

A vitamina D é utilizada no tratamento da psoríase, 
doença inflamatória crônica da pele.

Deficiência crônica de vitamina D é muitas vezes diagnosticada erradamente como fibromialgia, porque seus sintomas são muito semelhantes: fraqueza muscular e dores.

Estatística chocante!

São deficientes em vitamina D:
 40% da população dos EUA, 32% dos médicos e estudantes de medicina, 42% das mulheres afro-americanas em idade fértil, 48% das meninas de 9 a 11 anos, até 60% dos pacientes de hospitais, até 80% dos pacientes do lar de idosos e 76% das mulheres grávidas e 81% das crianças delas nascidas, as quais terão, mais tarde na vida, maior predisposição ao diabete tipo 1, à artrite, à esclerose múltipla e à esquizofrenia.

O que você pode fazer:

A exposição sensível à luz solar natural é a estratégia mais simples, mais fácil e ainda uma das mais importantes para melhorar a saúde.

Se mais pessoas lessem estas informações, poderíamos reduzir drasticamente as taxas de várias doenças crônicas.
A exposição à luz solar é realmente uma das terapias mais poderosas.

Não há nenhuma droga, nenhum procedimento cirúrgico ou de alta tecnologia que chegue sequer perto do surpreendente efeito saudável da luz natural.

E o melhor: você pode obtê-lo gratuitamente!!!
 E o pior: é por isso que quase ninguém o divulga! 

Legalmente é obrigatória essa declaração abaixo:
As informações, sugestões e idéias apresentadas neste documento são apenas para informação e não devem ser interpretadas como conselhos médicos, diagnóstico de doenças, ou para efeitos de prescrição. Os leitores devem consultar seu médico antes de iniciar qualquer programa de tratamento alternativo. As informações contidas neste documento não devem ser usadas para substituir os serviços ou as instruções de um médico ou profissional de saúde qualificado.
Este produto não é destinado a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença, dor, ferimentos, deformidade ou condição física ou mental. Consulte sempre seu médico.